sábado, 27 de novembro de 2010

É sempre bom saber mais



Obra para jornalistas, professores e todos os interessados em saber mais sobre a Língua Portuguesa. O autor, Marcos Bagno, faz um passeio pelos caminhos que cercam os estudos da nossa língua.
Preconceito Lingüístico: o que é, como se faz
São Paulo, Loyola, 1999.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Objetividade é com Lunga!



Finalmente acharam a casa do véio Lunga, pessoa fina, elegante e cortês. Um dos personagens mais famosos do imaginário popular, Lunga é igual a Papai Noel: Não existe, mas em cada canto a gente vê um!

Tribunal de Justiça de Sergipe promove evento para comunicadores

Termos que são usualmente utilizados na mídia de forma equivocada:

"Promotor decidiu..." - segundo o magistrado, a expressão decidir não deve ser vinculada ao Promotor de Justiça, uma vez que julgar não é a função deste operador do Direito. "O Ministério Público atua junto ao Poder Judiciário, mas é parte integrante do Poder Executivo. Sua função é resguardar e defender o direito da sociedade; em linhas gerais, ele é o autor das ações penais públicas", disse.

"Juiz é o chefe da polícia" - Polícia também não integra o Poder Judiciário, é vinculada ao Poder Executivo e subordinada ao Secretário de Segurança Pública.

"Juiz é chefe ou administra presídio" - neste caso, a quem compete a administração carcerária ou a instituição de uma política prisional é a Secretaria de Justiça ou o Ministério da Justiça. "Quanto ao Poder Judiciário, surge a figura do juiz da Execução Penal, mas a sua função é apenas inspecionar e garantir o cumprimento dos direitos e deveres da população carcerária, como, por exemplo a concessão de benefícios", informou.

"Cometeu um crime e permanece solto" - expressão comumente utilizada quando ocorre um crime em que há um clamor público pela prisão, mas as circunstâncias do crime legalmente não convencionam a este fim. "A regra na lei é a prisão definitiva, quando há o trânsito em julgado de um processo, ou seja, quando não cabe mais recursos perante o Poder Judiciário. A prisão provisória é uma exceção e deve obedecer a certos requisitos. Portanto, em alguns casos a lei determina que mesmo após o cometimento de um provável crime, o suspeito aguarde o julgamento solto", avaliou.