domingo, 28 de junho de 2009

Cresce mercado de TV por assinatura no Brasil

O número de usuários de banda larga no Brasil que também assinam serviço de TV por assinatura cresceu 43% no primeiro trimestre, somando 2,8 milhões.
As empresas de TV por assinatura concorrem com as companhias de telecomunicações nesse mercado.
De acordo com dados da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) e do Sindicato das Empresas de TV por Assinatura (Seta) divulgados nesta quarta-feira (24/06), a base total de assinantes de TV paga, por sua vez, registrou um crescimento de 17,6% de janeiro a março em relação ao primeiro trimestre de 2008, somando 6,4 milhões de domicílios.
"Apesar do cenário econômico extremamente desafiador, a indústria de TV por assinatura continua a se desenvolver. A programação variada nos canais pagos ganha valor nesse contexto, pois é mais uma opção de entretenimento para o brasileiro", afirmou em comunicado o presidente da ABTA e do Seta, Alexandre Annenberg.
Conforme o levantamento, que inclui dados das principais operadoras de TV por assinatura do país, a indústria teve um faturamento bruto de 2,5 bilhões de reais nos três meses iniciais de 2009, expansão de 27% sobre igual intervalo do ano passado.

Reportagem da Reuters

sábado, 27 de junho de 2009

Jornalistas vão à luta pelo diploma e pela valorização da profissão

A peça publicitária é criação de Marcélio Couto.


O texto foi retirado na íntegra do blog do colega jornalista Cláudio Nunes

Os jornalistas de Sergipe não vão cruzar os braços diante da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 17, derrubou a obrigatoriedade de diploma universitário para o exercício do jornalismo. Propostas de luta para buscar reverter o golpe do STF à categoria foram aprovadas na assembléia extraordinária convocada pelo Sindicato dos Jornalistas de Sergipe (Sindijor) e realizada na noite de ontem, 25/06, na sede da CUT/SE.A assembleia envolveu jornalistas profissionais, estudantes e professores de jornalismo, e foi dado direito de voz e voto a todos que participaram. “Entendemos que a decisão do STF meche com a vida de todos os jornalistas e futuros jornalistas. Por isso colocamos a proposta de abrir a assembleia para todos, e foi aprovada por unanimidade dos sindicalizados a participação também dos estudantes e professores”, explicou o presidente do Sindijor, George Washington.

Revolta e indignação
Em muitas das falas de jornalistas profissionais e estudantes, o sentimento era o de revolta e indignação pela decisão do STF e pelos argumentos utilizados pelos ministros que, na opinião da maioria, não tinham fundamentos que justificassem o fim da exigência do diploma para jornalista. “É falso e falacioso o debate sobre a liberdade de expressão e de opinião colocado pelos ministros, como é falso e falacioso o argumento de Carlos Britto, que coloca o jornalismo como arte, como literatura. Não é. Mas é bom lembrar que o que mudou, de forma radical, foi o acesso à profissão. Os direitos trabalhistas da categoria permanecem inalterados”, ressaltou Cristian Góes, dirigente do Sindijor. A estudante de jornalismo Gleice Queiroz repudiou a decisão do STF e lamentou profundamente o voto do ministro Carlos Ayres Britto. “Me orgulhei muito quando Carlos Britto assumiu no STF, mas agora ele se mostrou uma grande decepção. Pago caro uma faculdade esperando para me formar e ter meu diploma, e agora ele não vale de nada. Isso me deixa indignada”, manifestou a estudante. Após debater por mais de duas horas a decisão do STF e as conseqüências para os jornalistas, a assembleia apontou uma série de encaminhamentos para a categoria enfrentar essa nova realidade.

Ato público de protesto contra Carlos Britto
As propostas aprovadas pelos jornalistas são:A categoria está, desde já, em estado permanente de mobilização e de assembleia; Realização de um seminário com participação do Sindijor, OAB e escolas de comunicação para discutir a decisão e os caminhos para buscar uma nova regulamentação para a profissão de jornalista que exija mais uma vez a formação em nível superior; Cobrar dos poderes Executivo e Legislativo de Sergipe posição pública em defesa da função de assessor de imprensa nesses órgãos como cargo a ser preenchido por jornalista diplomado;Realização de ato público em Aracaju em defesa do diploma de jornalista e da regulamentação da profissão; Ação jurídica individual ou coletiva dos estudantes de jornalismo ou profissionais contra a União, por intermédio do Sindicato, requerendo indenização por danos material e moral pela perda do diploma de jornalista para o exercício da profissão; Apoio a quaisquer iniciativas de parlamentares no sentido de obter uma nova regulamentação,em especial às propostas já apresentada pela deputada estadual Ana Lucia (PT) e pelo senador Valadares (PSB); Cobrar posição pública das escolas de comunicação sobre a decisão do STF;Realização de ato público de protesto contra o ministro sergipano Carlos Ayres de Britto;Reforçar a ação nas redações de não divulgar matérias de assessores de imprensa que não sejam jornalistas formados. Divulgar no site do Sindijor as empresas de comunicação que estão contratando jornalistas sem formação como repórteres e editores; Sindicato deve encaminhar expediente aos poderes públicos, no sentido de que continuem exigindo o nível superior em jornalismo para os cargos de jornalista em concursos públicos; Como decisão final, a assembleia aprovou, por unanimidade, que o Sindijor não deve filiar jornalistas não diplomados, à exceção de repórteres fotográficos e cinematográficos, ilustradores e diagramadores, conforme o decreto-lei 972/69 ou por imposição de decisão judicial, até decisão final da Fenaj e/ou do Ministério do Trabalho e Emprego. (fonte: Sindijor/SE).


segunda-feira, 22 de junho de 2009

OAB/SE vai propor PEC para exigência de diploma para jornalista

O presidente da OAB/SE, Henri Clay Andrade, entende que a decisão do Supremo Tribunal Federal pela inconstitucionalidade da exigência de diploma de nível superior para o exercício da profissão de jornalista caracteriza um retrocesso histórico. “Mas, na interpretação constitucional, a última palavra é a do Supremo Tribunal Federal”, ressalta o presidente Henri Clay.
Diante deste contexto, conforme enaltece o presidente da OAB/SE, a alternativa viável para resgatar a exigência do diploma é incluí-la, de forma clara, na Constituição Federal. “O fim da exigência do diploma de jornalista desmantela a categoria profissional de jornalista e pode propiciar uma desqualificação técnica e mediocrização da comunicação”, entende Henri Clay. “O que seria um verdadeiro atentado à cidadania e enfraquecimento da democracia”.
A OAB/SE vai propor à bancada de deputados federais e de senadores sergipana que eles assumam compromisso em deliberar o Projeto de Emenda Constitucional para exigência do diploma de jornalista. O presidente da OAB/SE, Henri Clay Andrade, vai encaminhar para o Conselho Federal da OAB proposta para que a exigência do diploma de nível superior para o exercício da atividade jornalística seja assunto debatido na próxima sessão do Conselho Federal da OAB, a ser realizada no mês de agosto.

Para o presidente em exercício da OAB/SE, Valmir Macedo de Araújo, a decisão do STF representa um verdadeiro atentado ao mega princípio da liberdade de expressão. “Valor democrático e republicano que
se valoriza com a qualidade da informação”, entende Macedo.
“Sem dúvida, a imprensa livre e independente só se consolida com profissionais graduados em cursos superiores e devidamente estruturados em Diploma Profissional que prime pela ética e qualificação técnica dos seus membros”, ressalta Macedo. “Espero que o Congresso Nacional, em sintonia com o povo, procure corrigir esse equívoco trazendo alternativa constitucional que restabeleça a graduação técnica como exigência ao exercício da profissão de jornalismo”, enfatiza.

O texto é da colega jornalista CÁSSIA SANTANA

domingo, 21 de junho de 2009

Manifestação de jornalistas

Amanhã às 15h, será realizada na Assembléia Legislativa de Sergipe uma manifestação de jornalistas. Todos vestidos de preto irão se manifestar contra a decisão do Supremo Tribunal Federal de derrubar a exigência do diploma para o exercício da profissão.

HÉLIO COSTA: PROJETO DE LEI EM PROL DO DIPLOMA.
O ministro das Comunicações, Hélio Costa, lamentou nesta quinta-feira a decisão do Supremo Tribunal Federal (STJ) de acabar com da obrigatoriedade do diploma para a profissão de jornalista. Ele defendeu que o Congresso Nacional elabore um projeto de lei contemplando a exigência da formação acadêmica para o exercício da atividade. “O que acontece é que quando há dúvidas essas questões vão parar no Supremo (Tribunal Federal), que decide em cima do histórico jurídico da matéria que é apresentada” afirmou o ministro. Para ele o Congresso deveria discutir essa questão e encontrar um caminho para oficializar a importância do diploma. “Acho que um deputado ou um senador poderia enviar um projeto de lei para ser apreciado pelo Congresso” afirmou.

Presidente Nacional da OAB defende diploma para jornalista




César Britto continua sendo um advogado sensato e consciente. Segundo Britto, o STF deu habeas corpus para mau jornalista ao abolir registro profissional. O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, afirmou que o Supremo Tribunal Federal "deu um habeas corpus para o mau profissional ao acabar com o registro do jornalista no Ministério do Trabalho". Segundo ele, a afirmação feita hoje pelo presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, de que não é mais necessário o registro profissional do jornalista, em decorrência da decisão daquela Corte de acabar com o diploma, "equivale a dizer que o STF liberou o mau profissional para que pratique atos que possam causar grandes lesões, sem nenhum prejuízo".Para Cezar Britto, para que exista uma profissão é preciso qualidade técnica e qualidade ética. "Em geral, qualidade técnica é conferida pelo diploma e pela escola da vida; mas a qualidade ética, que também deve ser ensinada, ela precisa ser cobrada caso se venha a infringir esse importante requisito da profissão", sustentou.O presidente nacional da OAB observou que a qualidade ética é essencialmente garantida pelo registro do diploma no Ministério do Trabalho. "Isto porque o profissional sabe que se não agir com ética o registro profissional pode ser cancelado", explicou ele, lembrando o sistema que vigorou até hoje.

A matéria foi retirada do site da OAB nacional. A foto foi achada no google e não tinha crédito

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Nota Pública do Sindicato dos Jornalistas de Sergipe

A direção do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Sergipe (Sindijor/SE) vem a público esclarecer:
1 - Os jornalistas brasileiros enfrentam neste momento uma das piores situações da história da profissão no Brasil. O Supremo Tribunal Federal (STF), por maioria, acatou, na última quarta-feira (17/6), o voto do ministro Gilmar Mendes considerando inconstitucional o inciso V do art. 4º do Decreto-Lei 972 de 1969 que fixava a exigência do diploma de curso superior para o exercício da profissão de jornalista. Outros sete ministros acompanharam o voto do relator, entre eles o sergipano Carlos Ayres de Brito.
2 - A decisão é um retrocesso institucional e acentua um vergonhoso atrelamento das recentes posições do STF aos interesses da elite brasileira e, neste caso em especial, ao baronato que controla os meios de comunicação do país. A sanha desregulamentadora que tem pontuado as manifestações dos ministros da mais alta corte do país e que interessa ao setor privado consolida o cenário dos sonhos das empresas de mídia e ameaça as bases da própria democracia brasileira.
3 – A desregulamentação total das atividades de imprensa no Brasil não atende aos princípios da liberdade de expressão e de imprensa consignados na Constituição brasileira nem tampouco aos interesses da sociedade. A desregulamentação da profissão de jornalista é, na verdade, uma ameaça a esses princípios e, inequivocamente, uma ameaça a outras profissões regulamentadas que poderão passar pelo mesmo ataque, agora perpetrado contra os jornalistas.
4 - O voto do STF humilha a memória de gerações de jornalistas profissionais e, irresponsavelmente, revoga uma conquista social de mais de 40 anos. Em sua lamentável manifestação, Gilmar Mendes defende transferir exclusivamente aos patrões a condição de definir critérios de acesso à profissão. Desrespeitosamente joga por terra a tradição ocidental que consolidou a formação de profissionais que prestam relevantes serviços sociais por meio de um curso superior.
5 - O presidente-relator e os demais magistrados, de modo geral, demonstraram não ter conhecimento suficiente para tomar decisão de tamanha repercussão social, fazendo, inclusive, comparações descabidas entre profissões distintas a dos jornalistas. Sem saber com clareza o que é o jornalismo e as suas especificidades, mais uma vez – como fizeram no julgamento da Lei de Imprensa – confundiram liberdade de expressão e de imprensa e direito de opinião com o exercício de uma atividade profissional especializada, que exige sólidos conhecimentos teóricos e técnicos, além de formação humana e ética.
6 – O Sindijor/SE esclarece que a decisão do STF eliminou a exigência do diploma para o acesso à profissão, mas que permanecem inalterados os demais dispositivos da regulamentação da profissão. Dessa forma, o registro profissional continua sendo condição de acesso à profissão e o Ministério do Trabalho e Emprego deve seguir registrando os jornalistas, diplomados ou não.
7 - A absurda decisão do STF não alcança aos jornalistas profissionais e nem a atividade jornalística, mesmo ocupada por pessoas sem condições para exercê-la. O Sindijor/SE esclarece que continuam intactas suas conquistas históricas, como o piso salarial, a jornada diferenciada de cinco horas e a criação dos cursos superiores de jornalismo, conquistas da categoria e reforçadas em Convenção Coletiva, que tem poder de lei. Em que pese o duro golpe na educação superior, os cursos de jornalismo poderão seguir capacitando os futuros profissionais.
8 – O Sindijor/SE vai esperar a publicação do Acórdão do STF sobre a decisão, mas já adianta que vai tomar uma série de medidas para superar esse golpe contra os profissionais e contra a sociedade, como acompanhar e divulgar para toda sociedade os veículos de imprensa que estão contratando jornalistas não diplomados, estimular que estudantes que estão no curso superior em Jornalismo ingressem com várias ações reparadoras contra a União; pressionar parlamentares federais para que apresentem Proposta de Emenda Constitucional que restabeleça a regulamentação da profissão de jornalista com exigência do nível superior; entre outras.
9 – O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Sergipe tomará todas as medidas possíveis para rechaçar os ataques e iniciativas de desqualificar a profissão, impor a precarização das relações de trabalho e ampliar o arrocho salarial existente.
10 - Neste momento crítico, o Sindijor/SE, como sempre fez nos últimos anos, conclama mais uma vez toda a categoria e os estudantes a mobilizar-se em torno do sindicato. Somente a nossa organização coletiva, dentro da entidade sindical, pode fazer frente à ofensiva do patronato e seus aliados contra o jornalismo e os jornalistas. Também conclama os demais segmentos profissionais e toda a sociedade para que intensifiquem o apoio e a participação na luta pela valorização da profissão de jornalista, tão necessária à manutenção de uma sociedade democrática.
Direção do Sindijor/SE
Aracaju/SE, 19 de junho de 2009

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Da ex- jornalista Rosângela Dória

Estou de luto pela derrubada da exigência do diploma para a profissão de jornalista. Foi vergonhoso ver os votos dos nossos ministros do Supremo Tribunal Federal e pior ainda acompanhar os argumentos que serviram de base para a derrubada. "Jornalista é como cozinheiro e costureira"disse o ministro Gilmar Mendes. Qualquer um agora pode ser jornalista. Sinto pelos meus colegas jornalistas que investiram tanto na carreira, gastaram tempo e dinheiro e sonharam que um dia poderiam ser jornalistas. Se o mercado já era invadido por "picaretas de plantão", imagine agora. Lamento muito!!!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Esclarecimento II

Tenho recebido também emails cujos donos não permitem a identificação. A fonte é algo sagrado, protegida inclusive por lei, mas o jornalista que recebeu a informação deve ter acesso à pessoa dona do comentário. Aproveito para esclarecer que essa é a diferença entre jornalista que escreve blog e qualquer outra pessoa. Temos que levar para o blog a mesma responsabilidade que temos com qualquer veículo. Retirei do blog de Gilmar Carvalho nenoticias.com.br algumas regras e espero que todos possam entender.

Regras do blog (as mesmas do blog do Ethevaldo Dias, jornalista de O Estado de São Paulo)

Não serão aceitos comentários que:
1. Que não tenham a devida identificação do autor com nome e e-mail;
2. Excedam 500 caracteres com espaço;
3. Configurem crime de calúnia, injúria ou difamação;

Art. 140 - Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro.Pena - detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.É qualquer ofensa à dignidade de alguém. Na injúria, ao contrário da calúnia ou difamação, não se atribui um fato, mas uma opinião. O uso de palavras fortes como "ladrão", "idiota", "corrupto" e expressões de baixo calão em geral representam crime. A injúria pode fazer com que a pena seja ainda maior caso seja praticada com elementos referentes a raça, cor, etnia, religião ou origem.Exemplo: um comentário onde o autor diga que fulano é ladrão, corrupto, burro, salafrário e por ai vai. Na mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga. Portanto, o titular deste blog poderá ser responsabilizado civil e criminalmente por tudo que aqui for escrito.4. sejam agressivos ou ofensivos, mesmo que de um comentarista para outro; ou contenham palavrões, insultos;5. Não tenham relação com a nota publicada pelo Blog.Atenção: só serão disponibilizados no blog os comentários que respeitarem as regras acima expostas.

Esclarecimento I

Tenho recebido inúmeros emails sobre políticos sergipanos e avaliação do quadro político do estado. Gostaria de esclarecer que o objetivo do blog é falar sobre comunicação. Ele não é um blog com conotação partidária. Podemos falar sobre política desde que isso esteja relacionado ao mundo da comunicação.

TV a "gato" nas mãos da milícia no Rio de Janeiro

A instalação de TV a cabo clandestina é, segundo a polícia do Rio de Janeiro, uma das três principais fontes de renda da milícia no estado. Engrossam a lista o transporte clandestino e a venda irregular de gás de cozinha. Secar as fontes de dinheiro é um dos passos da polícia para desmontar os grupos que em troca de pagamentos, oferecem uma uma suposta segurança. Ficam entre os bandidos e a polícia e fazem dos moradores reféns do medo. Como não há fiscalização, a TV a "gato" cresce assustadoramente em todo o país.

E viva a Internet!!!!

No Irã, a população vive momentos de censura por parte do governo. Jornalistas estão sendo vigiados. Mas a censura enfrenta a força da internet. Telefone celular, o Facebook, o Twitter ajudam na divulgação de notícias dos conflitos. As imagens dos protestos violentos rodaram o mundo e fizeram com que todos tomassem conhecimento da realidade no país. O governo iraniano proibiu a imprensa estrangeira de trabalhar.

domingo, 14 de junho de 2009

Fim do analógico

Terminaram na sexta-feira, 12/06, as transmissões da TV analógica nos Estados Unidos. Segundo dados da Nielsen, empresa que mede audiência de emissoras norte-americanas, cerca de 3 milhões de lares ficarão sem sinal de televisão. O número corresponde a quantidade de aparelhos que ainda não possuem conversores. De acordo com a empresa, os moradores da área rural e a população de renda mais baixa serão os mais afetados com o fim da transmissão.
A medida estava programada para janeiro de 2009, no entanto, o número de residências que ficariam sem sinal de TV na época era ainda maior, totalizando cerca de 5 milhões. Para acelerar o processo, o governo dos Estados Unidos passou a distribuir cupons no valor de US$40,00 para a população trocar em lojas e adquirir conversores digitais. No país, aparelhos de conversão mais simples custam aproximadamente US$50,00.
Informações do Wall Street Journal apontam que o fim da transmissão analógica gera interesse nas empresas de TV paga que acreditam que a falta de sinal pode fazer com que consumidores optem por pacotes de TV por assinatura.
O texto é do site do Olhar Digital

segunda-feira, 8 de junho de 2009

I Seminário de Qualidade em Comunicação

Hoje e amanhã está sendo realizado o I Qualicom, Seminário de Qualidade em Comunicação. O evento vai apresentar propostas e estudos sobre a avaliação de qualidade de produtos jornalísticos e audiovisuais. Hoje foram discutidos vários temas de interesse da categoria, entre eles: obrigatoriedade do diploma, necessidade do estágio, qualidade nos cursos de Comunicação Social. O debate foi muito bom. Amanhã tem mais!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Perguntar não ofende

Por que muitos profissionais da imprensa não perguntam direito, recebem respostas erradas e tudo fica por isso mesmo? Quem ouve não entende nada!
Reportagem da semana passada sobre a reclamação de alguns passageiros em relação aos ônibus:
Mulher no ponto de ônibus e eis que pergunta o radialista: .. já tem muito tempo que a senhora espera pela licitação do transporte público aqui, minha senhora?
-Meu filho, tem mais de 45 minutos e não chega!!!!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Comentário de Grace Melo


Querida Rosângela, veja como são as coisas... antes, quando um estudante comunicava à família ou amigos que iria ser professor, era rechaçado, tinha sua decisão posta em dúvida, recebia logo o bombardeio: -Professor? Vai passar fome... Agora acho que esta máxima deve servir não aos professores, mas a nós jornalistas. Pelo que ví ontem na TV, um professor com nível médio em Sergipe não poderá ganhar menos de 1.085,00 reais, ou seja, mais que um jornalista. que dirá um professor com nível superior e pós-graduado? Coisa que, para o jornalista, não faz muita diferença pois, a maioria dos patrões não dá a mínima para titulos: o que querem é pagar menos.